• Para Cartaxo, a vingança é um prato que se come quente

    "A vingança é um prato que se come frio". O ditado popular sugere que uma vingança deve ser planejada e executada com um certo tempo, para que...

    “A vingança é um prato que se come frio”. O ditado popular sugere que uma vingança deve ser planejada e executada com um certo tempo, para que seus alvos até esqueçam que um dia possam ser “vítimas”. Para o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, agora no PV, essa lógica não funciona. Para o alcaide, pelo menos agora em 2018, a vingança é um prato que se come quente, pegando fogo.

     

    Após ser fritado pelos “aliados” MDB e PSDB que praticamente lhe fizeram desistir da possibilidade de disputar o governo do Estado, Cartaxo surpreendeu ao não aceitar o achaque a que estava sendo submetido, e decidiu ficar no mandato até o final.

     

    Depois do anuncio, colocou em prática seu plano para expor ao ridículo o que restou da oposição. Fez o senador Cássio Cunha Lima implorar por encontro, recusou no inicio, depois o recebeu numa tarde de sábado, não se deixou fotografar ao lado do tucano e reafirmou sua decisão de ficar. Mas, o plano não estava completado.

     

    Deixou os tucanos acreditarem que ele poderia permanecer na oposição e estes pousaram e posaram em Brasília retirando a candidatura fake de Romero Rodrigues e implorando pelo volta Cartaxo.

     

    Um dia depois, anuncia filiação ao PV e se distancia cada vez mais dos oposicionista.

     

    O movimento foi tão claro que nos grupos de whatsapp de Campina Grande, os cassistas já começaram a atacar Luciano.

    Neste artigo

  • Participe da conversa