• Lucélio, o fantasma e a defesa/confissão

    Prego que se destaca, leva martelada. O ditado popular serve muito para o mundo da política. Por isso, não raramente, quando se quer preservar algum quadro não...

    Prego que se destaca, leva martelada. O ditado popular serve muito para o mundo da política. Por isso, não raramente, quando se quer preservar algum quadro não se lança antecipadamente, principalmente se houver “algo de podre no reino da Dinamarca”.

     

    O dia de hoje amanheceu com os grupos de whatsapp e redes sociais trazendo informações com o pré-candidato do PSDB, ops, do PV ao governo do Estado, Lucélio Cartaxo, o acusando de ser funcionário fantasma no gabinete do deputado federal Rômulo Gouveia (PSD), com salário de mais de R$ 15 mil e sem dar o expediente, já que pouco vai a Brasília.

     

    A história saiu dos grupos de whatsapp e ganhou a imprensa e Lucélio teve que se explicar. Ele alegou ser consultor de Rômulo e por isso não precisaria dar expediente.

     

    Como o negócio ganhou corpo, os aliados tiveram que adotar uma estratégia de defesa. Acreditando ser o ataque a melhor defesa, acabaram comparando Lucélio, ao irmão do governador Ricardo Coutinho, Coriolando que exerce cargo semelhante no gabinete de Damião Feliciano. Acontece que a defesa então acabou ganhando ares de confissão.

     

    Ora, se acusam Coriolando de ser fantasma, automaticamente admitem que Lucélio também é.

     

    A diferença entre os dois, é que um está apresentando seu nome para ser governador da Paraíba. Então se já tá difícil dos paraibanos engolirem a possibilidade de terem uma espécie de “clone” como governador, imagina um clone fantasma?

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