• Oposição não quer eleição e defende intervenção na API

    A chapa de oposição a atual diretoria da API- Associação Paraibana de Imprensa, que também está sendo denominada de chapa da #Judicialização, não quer eleição...

    A chapa de oposição a atual diretoria da API- Associação Paraibana de Imprensa, que também está sendo denominada de chapa da #Judicialização, não quer eleição direta, decidida pelo voto livre dos associados da entidade, e ao contrário, defende uma intervenção Judicial na diretoria da nossa entidade.

    Vamos aos fatos. Primeiro, tentou impedir a Assembleia Geral do dia 19 de maio, quando foram definidas as regras da eleição e também eleita a Comissão Eleitoral. A Justiça negou o pedido para suspender a Assembleia Geral, e, nesse caso, os seus aliados foram derrotados. Depois, a chapa da #Judicialização conseguiu uma liminar, às véspera do pleito, suspendendo a eleição, pelos motivos alegados, que os sócios já são sabedores.

    Na sexta (17) findou o prazo para a oposição se pronunciar, o que foi feito, no Agravo impetrado pela chapa de João Pinto e Sony Lacerda, ainda em relação a liminar que suspendeu o pleito por 30 dias, cujo prazo final de efeito jurídico se encerra nesta segunda (20).

    Para o espanto, surpresa e a comprovação que a chapa da #Judicialização, encabeçada pela professora da UFPB, que tem contrato em regime jurídico *RETIDE* (40 horas/semanal, com Dedicação Exclusiva, com a vedação de acúmulo de qualquer outro emprego ou atividade remunerada), tendo, por conseguinte, dedicação acadêmica, exclusiva, com a instituição a qual tem vínculo), pediu ao desembargador Abraham Lincoln do TJPB, a não realização da eleição, com o argumento de que há uma relação “viciada” de votantes, ou seja, pediu a intervenção na API.

    Está na petição do escritório VITA Advogados e Consultores, cuja ação é patrocinada por dois aliados da chapa da #Judicialização. “Desse modo, o que se requer e espera deste Relator é o indeferimento da Medida de Contracautela postulada pela Agravante, posto que não há qualquer condição de ser realizada a eleição com essa relação absolutamente viciada de votantes, estando a decisão Agravada amparada na mais escorreita interpretação jurídica dos fatos”

     

    Com Edmilson Pereira

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