• Na disputa da API, o time do tapetão vai voltar a campo, por Zé Euflávio

    O jornalista Zé Euflávio publicou em suas redes sociais um escrito sobre as eleições para Mesa Diretora da Associação Paraibana de Imprensa (API), no qual diz temer...

    O jornalista Zé Euflávio publicou em suas redes sociais um escrito sobre as eleições para Mesa Diretora da Associação Paraibana de Imprensa (API), no qual diz temer que a chapa oposicionista possa mais uma vez tentar impedir e livre e soberana vontade do associado a sufragar seu voto na próxima segunda-feira, 10, assim como marcou a comissão eleitoral eleita em Assembleia e formada por três dos melhores quadros da imprensa e da sociedade paraibana, Gilson Souto Maior, Afra Soares e o professor João Trindade, depois que a justiça liberou a realização do pleito. A chapa da oposição é encabeçada pela professora Sandra Moura e tem o eterno presidente do Sindicato dos Jornalistas, Land Seixas, como candidato a secretário geral.

     

    Confira o texto de Euflávio, na íntegra:

     

    Na disputa da API, o time do tapetão vai voltar a campo

     

    A eleição para renovação da Diretoria da Associação Paraibana de Imprensa (API) está marcada para acontecer na próxima segunda-feira, 10 de setembro, de 2018. Mas, desde maio deste ano, a eleição está “judicializada”, como dizem os termos de hoje em dia. Parece um jogo, e para alguns é um jogo.

    Primeiro Tempo: uma Ação é protocolada na Justiça da Paraíba por aliados da jornalista e professora Sandra Moura, que disputa à Presidência da entidade, para impedir a realização de uma Assembleia Extraordinária da API, onde seria eleita a Comissão Eleitoral e aprovado o Regimento da Eleição.

    Assinam o primeiro pedido de Medida Cautelar: Rubens José Barbosa da Nóbrega, Gilvane Sabino Silva, Walter Cândido dos Santos, Land Seixas de Carvalho, Sônia Maria de Lima Santos e Maria de Lourdes Lucena Dantas. O pedido de liminar foi negado.

    No sábado 19 de maio de 2018, na sede da API, a Assembleia foi declarada aberta com a concordância de todos. João Pinto, o atual presidente, presidiu a Mesa, e Sandra Moura, a atual vice-presidente, secretariou os trabalhos até certo momento.

    Encaminhada a primeira votação à plenária, a proposta de João Pinto ganhou com mais de 40 votos de maioria. Foi um “Deus nos acuda”! O grupo de Sandra Moura se retirou da Assembleia, que continuou e fez o que tinha sido convocada para ser feito: eleger o Regimento Eleitoral e a Comissão Eleitoral, além da data para realização da eleição.  

    Dias depois, os dois se inscreveram junto à Comissão Eleitoral como candidatos à Presidência da API.

    O Segundo Tempo: Mas, o jogo segue, porque ninguém quer perder. E  nova Ação na Justiça é impetrada, desta vez pelas mãos de Walter Cândido dos Santos e Adalgisa Veiga de Medeiros: para impedir a realização da eleição. Uma liminar é concedida e a eleição é suspensa por 30 dias.

    O juiz titular da 7ª Vara Cível da Capital, Doutor José Célio de Lacerda Sá, extingue “o processo sem resolução do mérito”. E é aí que mora o veneno da cobra: a eleição da API será novamente “judicializada” pelos mesmos personagens.

    Sabe por que? Porque o grupo que apoia a professora Sandra Moura teme a disputa pela direção da API no voto.

    Nós, não. Nós queremos eleição na API. Se acionam a Justiça para contestar 86 novos associados, que se faça a eleição com esses novos associados votando “em separado”. No agravo que o escritório de Doutor Edísio Souto protocolou na Justiça isso está dito. Ou então que se deixe de fora da eleição os associados de 2015 para cá.

    Nós queremos eleição na API de forma limpa, transparente e democrática.

    O que nós não aceitamos é a teimosia de disputa no tapetão e golpe a galope.

    Eu penso assim…

     

     

     

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