• Após ser peça chave no afastamento de Dilma, impedir candidatura de Lula e prejudicar Haddad, Moro vai ser ministro de Bolsonaro

    O juiz federal Sérgio Moro vazou, de forma ilegal, o grampo de uma conversa da então presidente da República, Dilma Roussef, o fato noticiado com ênfase por...

    O juiz federal Sérgio Moro vazou, de forma ilegal, o grampo de uma conversa da então presidente da República, Dilma Roussef, o fato noticiado com ênfase por Globo e Folha, hoje ameaçados pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro. O fato foi o estopim para eclodir o mais violento protesto contra o governo Dilma e o PT. O ministro Gilmar Mendes, agora também ameaçado pelos Bolsonaro, aproveitou para suspender a posse de Lula como ministro, o que poderia dar folego ao moribundo governo Dilma.

     

    Moro condenou Lula a prisão num processo ridículo a qual lhe atribuiu ter recebido um imóvel, no qual nunca morou, e que foi penhorado em nome da Construtora OAS. O próprio Moro, no seu despacho, diz que a “transação criminosa” não tem nadinha a ver com o escândalo do petrolão, o que por si só, já o impediria de ser juiz do caso.

     

    Moro, de férias fora do país, desautorizou um superior hierárquico que teria concedido liberdade ao ex-presidente Lula.

     

    Lula era favorito em todas as pesquisas para vencer a eleição.

     

    Moro divulgou o conteúdo da delação de Antônio Palocci, que dormia há alguns anos na sua gaveta, as vésperas do primeiro turno da eleição, fato que foi usado para envolver o candidato do PT, Fernando Haddad, e o prejudicou na campanha, amplificando o sentimento de antiPT.

     

    Moro vai ser um superministro do governo Jair Messias Bolsonaro.

     

    Temos que admitir, é um gênio.

     

    Se como juiz de primeiro grau, desafiou o supremo, desrespeitou hierarquia, e violou a lei, imagina como superministro.

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