• No governo do “bandido bom, é bandido morto”, paraibano prega tratamento humanizado a presos

    Eu acredito em Deus e o Seu respeito ao livre arbítrio. Por isso não aceito o argumento simplório dos ateus ou agnósticos de que se existisse Deus,...

    Eu acredito em Deus e o Seu respeito ao livre arbítrio. Por isso não aceito o argumento simplório dos ateus ou agnósticos de que se existisse Deus, não existiria injustiças, crimes …. Deus não é babá do seu humano, que precisa arcar com as consequências de seus atos, que muitas vezes implica no sofrimento de quem não tem nada a ver com a história. No momento certo, cada um acertará suas contas.

     

    A introdução é para dizer que teremos que arcar com as consequências de escolher um governo que é dirigido por alguém que defende o extermínio das minorias, se estas não se submeterem a vontade (caprichoso) da maioria. Mas como acredito em Deus, creio que ele pode ter colocado pessoas no meio desse poço de ódio, com o objetivo de baldear com um pouco de amor.

     

    O paraibano Sérgio Queiroz pode ser uma dessas pessoas. Sérgio tem um trabalho missionário como pastor na Paraíba, um legado e um nome a ser preservado. Não pode jogar tudo que construiu por terra e contribuir com a segregação, a exclusão ou extinção daqueles que são diferentes ao que a maioria do povo brasileiro escolher para nos comandar.

     

    Em declaração a imprensa nacional nesta terça-feira, 15, o paraibano pregou que os criminosos no Brasil tenham um tratamento humanizado, a despeito dos níveis de violência. Dentro do governo, onde o pensamento majoritário é de que “bandido bom, é bandido morto”,  o argumento de Queiroz, o pastor, é um ponto “fora da curva”, haja vista projeto do deputado delegado Júlio do PSL de Goiás, partido do presidente Bolsonaro, que pretende acabar com o banho de sol dos presos, o que nos telestransportaria para o tempo das masmorras.

     

    Que o paraibano, pastor, filosofo e procurador, Sérgio Queiroz, possa ser amor, em meio a desconstrução do “diferente” que estar em vigor.

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